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A ideia de que dinheiro não é tudo é antiga, mas ainda causa uma certa controvérsia considerando que, para quase tudo, é necessário ter poder aquisitivo.

Seguindo essa linha, descubra as melhores dicas para não deixar o dinheiro te corromper e garantir uma relação que seja saudável e prática.

Inclusive se você está buscando novas fontes de riquezas.

Vamos lá?

Comece entendendo a sua relação com o dinheiro:

Dinheiro não é tudo

A primeira e mais importante dica para não deixar o dinheiro te corromper é entender porque exatamente você pensa como pensa.

Muitas vezes, pessoas que têm um maior interesse em ganharem mais ou mudar de vida, é porque passaram por algum tipo de dificuldade financeira.

Entretanto, também é possível que isso aconteça simplesmente porque você sempre teve dinheiro e quer continuar assim.

Seja como for, começar a entender as motivações dessa relação é o primeiro passo para evitar que problemas maiores aconteçam.

Uma dica importante, é também avaliar como você é, enquanto ser humano, quando tem dinheiro “sobrando” ou não.

Por exemplo, suponha que depois de pagar todas as suas contas, tenha ficado R$ 200.

Então, pense no que você fez ou quer fazer com esse dinheiro e o significa essa gordurinha na sua conta bancária.

Dinheiro não é tudo, mas o que ele realmente compra:

Outra dica que vai lhe ajudar a evitar que o dinheiro te corrompa se refere a entender qual a sua visão sobre o que o saldo bancário pode comprar.

Pensando em um cenário simples, as crianças já crescem com uma percepção de que o dinheiro garante felicidade.

Basta pensar em todos os brinquedos que compram ou não com dinheiro, lanches, idas a lugares especiais, festas de aniversário, etc.

Ao longo dos anos, com o crescimento, você vai percebendo que precisa de dinheiro também para outros tipos de coisa, como comprar um tênis, assistir um filme no cinema ou comer algo diferente.

Dinheiro não é tudo

Um pouco mais a frente, vem os estudos, onde é preciso comprar os livros, os materiais uniformes ou mesmo pagar os cursos extras e, quem sabe a faculdade.

Ao longo de toda essa história, grande parte das coisas girava em torno do dinheiro.

Mais importante que isso, você ouve e descobre que algumas pessoas só se relacionam com aqueles que “são bem de vida”.

Notou uma repetição e até um reforço de ideia?

Pois bem, isso acontece porque o dinheiro realmente é capaz de comprar milhares de coisas, oferecer facilidades ou permitir que ele garante coisas que você pode vir a precisar.

Porém, não é possível comprar tudo.

Muitas vezes, já na vida adulta, você pode acabar percebendo que o dinheiro não vai garantir a saúde que você precisa, o bem-estar emocional que você procura ou mesmo as relações que você gostaria de ter.

Comece a treinar a sua mente:

Sabendo que o dinheiro não é tudo, compra muita coisa e deixa outras pelo caminho, é preciso garantir um treinamento mental.

Esse treinamento da mente é baseado no equilíbrio, onde você identifica o que realmente precisa, o que quer e o que poderia ter, seja agora ou daqui algum tempo.

Suponha que você vá comprar um sapato.

Você precisa, quer ou poderia ter aquele sapato em algum momento?

E é esse o diferencial e treinamento que vai lhe garantir não apenas o controle dos gastos, mas evitar que você se torne dependente da moeda.

Caso contrário, vai chegar um momento em que comprar será uma solução para estar triste, frustrado ou por não ter um plano de futuro.

Se o dinheiro não é tudo, saiba o que você deve ter:

Outra dica de como evitar que o dinheiro te corrompa, é saber exatamente o que você precisa ter.

Neste cenário, é preciso pensar nas bases que movem o ser humano:

  • Alimento;
  • Descanso;
  • Felicidade.

Ou seja, você precisa do dinheiro para se alimentar, permitindo que o seu corpo funcione, para descansar e garantir que novos dias virão e você precisa da felicidade, para se sentir bem e querer continuar vivendo.

Por outro lado, a real felicidade não pode ser compra.

Aqui, é preciso fazer uma observação, já que você pode pensar que o dinheiro compra coisas que podem lhe deixar feliz.

Acredite, essas coisas são momentâneas.

Coisas mais simples como um passeio pela praça, bons amigos ou familiares não podem ser comprados em nenhuma loja de departamento.

O ideal, é começar a cultivar essas coisas que o dinheiro não compra, para que, diante de qualquer desafio, você ainda consiga viver, ao invés de apenas existir.

Avalie quem você é e quem não é com o dinheiro:

Você provavelmente aquele ditado que diz que “para conhecer um homem, basta dar poder a ele”.

Basicamente o esquema é o mesmo quando se trata de dinheiro.

O dinheiro não é tudo

Afinal, muitas pessoas que não tem uma base sólida, nunca tiveram uma quantia alta de dinheiro em mãos ou acredita que o dinheiro é tudo, podem surtar ao receber o primeiro pagamento.

Desse modo, para não ser corrompido, é preciso fazer uma avaliação de quem você é e, mais importante ainda, como age com e sem dinheiro.

Neste aspecto, avalie quais são suas sensações, sentimentos, ações, comportamentos ou mesmo pensamentos.

Suponha, por exemplo, que você recebeu uma grande quantia de dinheiro em um emprego novo.

Questione-se se ainda cultiva as mesmas relações, que recebem menos, os lugares que frequenta, o poder que tenta exercer sobre as outras pessoas ou mesmo se surge a ideia de que você é melhor que os outros.

Tudo isso, vai dizer muito sobre a sua relação com o dinheiro bem como pode permitir que você esteja sempre se policiando, para ser melhor como indivíduo.

Dinheiro não é tudo, e os custos podem ser altos:

Outra dica que você precisa pensar sempre que começar a avaliar o que o dinheiro é na sua vida ou mesmo quem você é, se refere aos custos relacionados.

Em outras palavras, se faça a seguinte pergunta: vale a pena tudo o que você faz apenas pelo dinheiro?

O objetivo dessa questão é entender que os custos para correr atrás de saldo bancário alto podem ser bastante significativas e atingir diversos aspectos da sua vida.

Então, é preciso pensar se todo custo disso realmente importa.

Assim, pense no que você precisa deixar para trás na busca pelo dinheiro.

Por exemplo, suponha que você queira muito ter um salário menor e surge uma oportunidade nova de emprego que você pode ou não aceitar.

Nesta oportunidade, você vai ganhar o dobro do que ganha agora.

Entretanto, será necessário aumentar o seu expediente, reduzir folgas e férias, tomar conta de toda uma equipe e se responsabilizar por decisões de terceiros.

Ao mesmo tempo, isso significa menos tempo para ficar com a família e amigos, mais cansaço, maiores níveis de estresse, menos tempo para se alimentar e ficar consigo, entre outros pontos.

Isso quer dizer que você deve ficar sempre na zona de conforto?

Claro que não.

Por outro lado, os custos são mais altos do que o benefício, que é o dinheiro, e você ainda corre o risco de ter problemas de saúde ou mesmo mentais, como depressão.

Entenda o que é preço e valor:

Entre as dicas para não deixar o dinheiro te corromper, está a ideia de entender o que é preço e o que é valor.

Portanto, o preço se refere ao valor monetário, pago, que vem escrito na etiqueta.

Já o valor, é referente ao quanto aquele item é considerado importante para você ou mesmo a relevância, espaço e quantidade de itens disponíveis para compra.

Suponha, por exemplo, que você queira/precise muito comprar um sapato, que não encontra em nenhum lugar ou que tem uma numeração especial.

Ou seja, o preço daquele item pode ser considerado indiferente, já que ele tem um valor superior.

Dinheiro não é tudo

Vale dizer ainda que o valor pode ter relação com uma série de questões, como valor emocional, necessidade, quantidade, ou assim por diante.

Importante: muitas vezes, o marketing/empresas utilizam do jogo de valor e preço para aumentar as vendas e gerar mais lucro.

Exemplo disso é o peso que uma marca tem, influenciando no preço.

Aprenda a ter uma perspectiva de futuro para saber que o dinheiro não é tudo:

Uma das melhores dicas de como evitar que o dinheiro te corrompa é ter em mente que existe um futuro.

Nesta linha, a perspectiva serve para que você se mantenha preso ao mundo real, mesmo que ainda sonhe e tenha objetivos, mas sem comprometer nenhuma possibilidade.

Em síntese, é preciso imaginar que existe uma grande chance de que, tudo o que você faça neste exato instante, cause algum tipo de impacto no que ainda está por vir.

Ou seja, se você exagerar nos gastos ou comprar compulsivamente, pode acabar sem dinheiro no final de semana ou atrase alguma conta.

Na mesma linha, pensando na ideia de corromper, é preciso lembrar que o dinheiro não dura para sempre. Sendo necessário continuar ganhando e tendo um fluxo positivo.

Com isso, gastar mais do que você tem, tentar fazer mais do que você realmente pode ou mesmo tentar “subir” com o uso do dinheiro pode fazer com que, em algum instante, você acabe sem saldo bancário e em queda livre.

Inclusive, esse é um dos maiores erros cometidos por aqueles que conseguem um montante em pouco tempo, já que não tem o conhecimento necessário para uma administração financeira eficaz.

Essa perspectiva de futuro também estar relacionada com possíveis gastos ou problemas que podem vir a acontecer, como uma emergência médica ou a quebra de uma geladeira.

Busque conversar com outras pessoas:

Dinheiro não é tudo

Caso você esteja tendo dificuldades para não ser corrompido com o dinheiro, é possível que conversar com outras pessoas possa ser sua melhor saída.

Entretanto, não é preciso conversar apenas com aqueles que têm o mesmo saldo bancário, mas sim com aqueles que nutrem sentimentos e se importam com quem você é.

Em suma, uma boa conversa permite que você tenha um panorama de valores e atitudes que são esperadas de você enquanto ser humano.

Por exemplo, ao saber que dinheiro não é tudo, você pode começar a se questionar sobre o que fazer para demonstrar afeto ou o quanto alguém é importante.

Lembre-se que presentes funcionam melhor com uma parcela pequena da população.

Então, conversar com as pessoas que considera importantes lhe garante um feedback sobre o que é considerado presente ou mesmo presença.

Por ser, por exemplo, que o seu filho goste de celulares novos, mas que esteja interessado em passar um tempo de qualidade ao seu lado, como vendo um jogo, conversando sobre os estudos ou mesmo lendo um livro.

Inclusive, os principais desafios na questão do dinheiro são as pessoas que têm filhos ou um companheiro, já que o pode fazer com que você deixe essas pessoas em segundo plano.

O que não é nada interessante.

Descobri que o dinheiro não é tudo, mas fui corrompido. E agora?

É comum que você chegue em uma etapa da vida onde seja capaz de identificar seus próprios erros ou falhas, mesmo que você não os comete mais com tanta recorrência.

Isso se chama maturidade.

Dinheiro não é tudo na vida

E, é justamente a maturidade, que pode fornecer as ferramentas e os conhecimentos necessários para que você deixe de errar.

Ao contrário do que dizem por aí, o ser humano é fluído. Estando em constante mudança bem como aprendizado.

Então, não faz sentido esperar que uma atitude impensada da adolescência faça sentido quando você já tiver 40 anos.

Ao perceber que o dinheiro não é tudo, mas que muitos erros foram cometidos, é preciso se perguntar o que pode ser feito agora, considerando todos os erros e consequências.

Logo, você consegue entender o que pode ser alterado, o que deve ser deixado no passado ou mesmo o que você ainda deve aprender.

Além do mais, tudo isso pode acontecer em um insight de poucos segundos ou levar anos. Não existe uma fórmula mágica.

Em conclusão, agora que você sabe que o dinheiro não é tudo e dicas que podem lhe ajudar, não perca tempo e aposte na sua melhor versão.

Depois, comenta aqui embaixo o que achou deste conteúdo ou dúvidas.

Até o próximo post!

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Sobre o Autor

Dan Reis
Dan Reis

Já trabalhei e estudei em diversas áreas, de química a tecnologia da informação, mas foi no fim de 2017 que me encontrei, descobri que o que eu gosto é empreendedorismo. Atuo desde então como empreendedor digital e minha vida mudou, mudou para melhor. Passei a fazer algo que gosto, ou melhor amo. Em 2019 percebi e me comprometi a compartilhar tudo o que eu aprendi (e ainda aprendo) para as pessoas que tem do mesmo desejo: Ser empreendedor.

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